Os vestuários tradicionais sefarditas, assim como a comida tradicional e o Ladino  estão entre as características culturais que passam ao longo das gerações entre os descendentes de judeus espanhóis expulsos.. Hoje me dia, quem puder provar sua origem sefardita tem direito a receber a nacionalidade portuguesa.

Nosso escritório de advocacia é especializado em ajudar os descendentes de judeus sefarditas a obterem o passaporte português que é um passaporte europeu. Em nosso site você encontrará informação importante e artigos que informam sobre a história e costumes dos judeus que foram expulsos na Idade Média de Portugal e Espanha. Estes artigos, escritos graças à pesquisa conduzida por Jonathan Gavrielov, podem ajudar você a se familiarizar com a história dessas famílias e, se você for descendente, provar sua elegibilidade para adquirir a cidadania portuguesa.

Vestuários Tradicionais Sefarditas no Nordeste da África 

Traditional Sephardi GarmentsAs roupas das comunidades marroquina e argelina foram influenciadas pelo vestuário europeu do Renascimento espanhol. No Marrocos, cada cidade tinha um estilo específico. Em Fez, Rabat e Tetuão as mulheres usavam “os grandes vestidos”.

Estes são exemplos de preservação da tradição sefardita. Ela também se manifesta na diferença de cores e estilos entre as diversas cidades. Os homem marroquinos judeus eram obrigados a usar preto. Isso era conforme ordens do governo desde o século XII. O traje da cidade era Zellaba, uma capa preta de estilo europeu. Por baixo, eles usavam uma jaqueta branca chamada Zokha. Outra diferença entre os judeus urbanos e rurais: a cobertura da cabeça dos homens. No sul rural, era um simples lenço de tecido, enquanto que no norte urbano eram obrigados a usar um Sheshiya, uma espécie de Yarmulke alto.

Vestuário Tradicional Sefardi na Algéria

Os homens da Argélia usavam um pequeno chapéu ou turbante preto de lã todos os dias. Usavam também calções largos, uma camisa e um colete preto. Por cima do colete, usavam uma capa preta chamada Burrnous  t . Nos feriados o Burnous era branco. Os Burnous se espalhavam dos ombros ao longo das costas até o tornozelo. Como havia preconceito contra os judeus, eles não podiam usar sapatos. Eles só podiam usar chinelos pretos. As mulheres usavam chapéus excepcionais chamados Carma. Era um cone metálico longo, com um longo tecido colorido enrolado em volta, chegando quase aos calcanhares da mulher.

O traje das mulheres comuns incluía os “vestidos grandes” e uma camiseta de linho branca com mangas largas que chegavam ao cotovelo. Por cima usavam Ghlila, uma blusa colorida bordada com cachos dourados, com decote e mangas curtas. No topo usavam o pincel Jubba com motivos dourados, de cima para baixo.

Recomendação da Comunidade Judaica de Portugal

É de vital importância receber a recomendação da comunidade judaica de Portugal. Recebem-na os candidatos que provam sua origem judaico-sefardita. Fazer a prova de que você descende de um antepassado judeu sefardito lhe dá direito a se tornar um cidadão português.

Vestuários Sefarditas no Império Turco-Otomano

O traje da comunidade judaica da Turquia era tradicional, religioso e enfatizava a modéstia para homens e mulheres. As mulheres cobriam a cabeça com um chapéu Tokador e costumavam prender as bordas com alfinetes de ouro. Esses pinos também serviam como símbolo de status social. Os homens usavam um boné Kavase sobre a cabeça. Diferentemente da população local, o Kavase deles era mais bordado e e mais alto e também combinava com as cores do Entari – uma capa usada sobre a Jubba.

Entre em contato conosco – Advogados de Cidadania Portuguesa

Se entre os objetos que fazem parte da história de sua família houver fotografias, livros históricos, árvores genealógicas, livros de rezas, videos com parentes falando Ladino etc, é provável que você possa receber o passaporte português. Para assessoria jurídica, contate-nos.

Vestuários Tradicionais Sefarditas

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